quarta-feira, 9 de setembro de 2009
GSM, EDGE, 3G, CONECTANDO...AUTENTICANDO...TENTE MAIS TARDE!!!!
Amigos estamos fora do ar todo esse tempo porque a operadora que nos atende está mudando de tecnologia. Tudo bem, que o novo sempre vem, mas até descobrirmos que esse era o motivo que impedia a atualização do nosso blog foram necessárias muitas ligações e milhões de protocolos sem solução. O pior é saber que todo esse problema poderia ter sido evitado se a operadora nos informasse com antecedência dos possíveis transtornos que a mudança poderia causar e até oferecesse uma alternativa para não prejudicar nosso trabalho, mas aí já é querer demais, né?O fato é que o blog está voltando a partir de hoje a ser atualizado semanalmente. Se houver falha nessa periodicidade já sabem de quem é a culpa.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
CAPS BELEM: UM SONHO DE ATENDIMENTO PÚBLICO
As meninas do setor de saúde mental do Caps Belém são atenciosas, prestativas, preocupadas em atender bem. Elas são um verdadeiro exemplo de como deve se portar um servidor público. Infelizmente são uma raridade, por isso é importante divulgar pra ver se a atitude delas contamina e se multiplica por outros órgãos públicos estaduais, federais e municipais tão carentes de competência e gente humana. Parabéns a elas e aos seus superiores.
domingo, 26 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
BELÉM: CARRO ESTACIONADO EM LOCAL PROIBIDO É GUINCHADO
José Malcher é uma das ruas mais estreitas e movimentadas de Belém, dessas que você não pode nem sonhar em parar para alguém descer rapidinho porque, em segundos, a avenida vira um caos.
Mas ontem, por volta das 8h da manhã, um cidadão estacionou seu carro do lado esquerdo na frente de um prédio.
Não ligou o alerta e nem abriu o capô pra dar aquela disfarçadinha de defeito como muitos fazem. Tava certo de que era o dono da faixa e por isso mesmo abriu um jornal para esperar pacientemente por alguém. Aqui do lado de fora, os carros que dessem o jeito de mudar de faixa. Ah, os xingamentos não eram ouvidos.
Mas, de repente, um carro da companhia de trânsito parou atrás dele e, na frente, parou um carro guincho. O cidadão saiu do carro com o dedo em riste para o agente de trânsito enquanto o motorista metia o gancho no para lamas. O homem mostrou uma carteira, esbravejou, pegou o celular, o jornal se espalhava pelo chão. Mas não teve jeito. O carro foi guinchado. A faixa foi liberada e os outros motoristas aplaudiram.
Agora, acorde!! Isso, só nos sonhos!!!
Mas ontem, por volta das 8h da manhã, um cidadão estacionou seu carro do lado esquerdo na frente de um prédio.
Não ligou o alerta e nem abriu o capô pra dar aquela disfarçadinha de defeito como muitos fazem. Tava certo de que era o dono da faixa e por isso mesmo abriu um jornal para esperar pacientemente por alguém. Aqui do lado de fora, os carros que dessem o jeito de mudar de faixa. Ah, os xingamentos não eram ouvidos.
Mas, de repente, um carro da companhia de trânsito parou atrás dele e, na frente, parou um carro guincho. O cidadão saiu do carro com o dedo em riste para o agente de trânsito enquanto o motorista metia o gancho no para lamas. O homem mostrou uma carteira, esbravejou, pegou o celular, o jornal se espalhava pelo chão. Mas não teve jeito. O carro foi guinchado. A faixa foi liberada e os outros motoristas aplaudiram.
Agora, acorde!! Isso, só nos sonhos!!!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
SALINAS: DO LIXO NA PRAIA AO ALÍVIO NA SORVETERIA
Uma família paulista encantou-se com Salinas numa revista nacional de turismo e veio passar suas férias na mais badalada praia do litoral paraense. A-DO-RA-RAM!!!
De cara, enfrentaram greve de ônibus intermunicipais. Destemidos viajaram espremidos numa van. Dormiram numa pousadinha no centro da cidade e na manhã seguinte seguiram para a praia do Atalaia.
Chegaram cedinho e pegaram um ótimo lugar, bem de frente pro mar. Foram pra água. Quando voltavam para almoçar tiveram que desviar de garrafas, latas, copos e cocos secos espalhados pela areia branquinha. Quando chegaram contemplavam o mar, agora, bem na sua frente, deparam-se com a bunda arreganhada de um carro com ameaçadores alto falantes gigantes cantando aquele tecno “ai, ai, ai, ai, ai...”. Depois do almoço voltaram para a água e quase a menina era atropelada por um carro (sim, pra você que não sabe, na praia do Atalaia, os carros mandam na areia). Após o susto voltaram para a mesa. Cadê a mesa? Cadê as coisas? Cadê...? Ufa!! o garçom guardou tudo e liberou a mesa para outras pessoas já que eles não iriam tomar umas “geladas” e eu preciso faturar, né patrão? Aí o próprio garçom deu a dica: praia da corvina. Lá não tem carro, nem som alto, nem desespero por mesas e cadeiras, mas não daria para se livrar do lixo na areia. Nem pensaram duas vezes e se mandaram pra lá.
Quando viram aquele cenário bonito do Maçarico, aquele ar de coisa estruturada, mais respeitável, respiraram aliviados. Relaxaram tanto que a menina precisou de um banheiro: parece que o caranguejo não bateu bem. Foram até a Central de Apoio ao Turista, que às 16h do dia 19 de julho, estava fechada. E a menina estava apertada, suando. Conseguiram avistar o banheiro público e correram pra lá. Mas, em pleno meio das férias, numa cidade que recebe mais de 300 mil pessoas em julho, estava fechado para reforma.
Já no desespero atravessaram a rua e pediram ajuda num hotelzinho, que não ajudou e o dono ainda indicou um banheiro, sem portas, de um bar de marmanjos para uma menina de 8 anos. Os três saíram batendo nas lanchonetes e restaurantes e todos recusaram. Mas alguém salvou a nossa pátria paraense, uma sorveteria abriu as portas para a menina que saiu do banheiro aliviada e, sentou numa cadeira com seus pais para apreciar os melhores sorvetes do mundo. No dia seguinte arrumaram as malas e sumiram de Salinas levando as “maravilhosas” lembranças na bagagem e, claro, potes e mais potes de isopor de sorvetes de bacuri, açaí, uxi e cupuaçu. Dizem que voltarão ano que vem pra viver tudo de novo. Você voltaria?

De cara, enfrentaram greve de ônibus intermunicipais. Destemidos viajaram espremidos numa van. Dormiram numa pousadinha no centro da cidade e na manhã seguinte seguiram para a praia do Atalaia.
Chegaram cedinho e pegaram um ótimo lugar, bem de frente pro mar. Foram pra água. Quando voltavam para almoçar tiveram que desviar de garrafas, latas, copos e cocos secos espalhados pela areia branquinha. Quando chegaram contemplavam o mar, agora, bem na sua frente, deparam-se com a bunda arreganhada de um carro com ameaçadores alto falantes gigantes cantando aquele tecno “ai, ai, ai, ai, ai...”. Depois do almoço voltaram para a água e quase a menina era atropelada por um carro (sim, pra você que não sabe, na praia do Atalaia, os carros mandam na areia). Após o susto voltaram para a mesa. Cadê a mesa? Cadê as coisas? Cadê...? Ufa!! o garçom guardou tudo e liberou a mesa para outras pessoas já que eles não iriam tomar umas “geladas” e eu preciso faturar, né patrão? Aí o próprio garçom deu a dica: praia da corvina. Lá não tem carro, nem som alto, nem desespero por mesas e cadeiras, mas não daria para se livrar do lixo na areia. Nem pensaram duas vezes e se mandaram pra lá.
Quando viram aquele cenário bonito do Maçarico, aquele ar de coisa estruturada, mais respeitável, respiraram aliviados. Relaxaram tanto que a menina precisou de um banheiro: parece que o caranguejo não bateu bem. Foram até a Central de Apoio ao Turista, que às 16h do dia 19 de julho, estava fechada. E a menina estava apertada, suando. Conseguiram avistar o banheiro público e correram pra lá. Mas, em pleno meio das férias, numa cidade que recebe mais de 300 mil pessoas em julho, estava fechado para reforma.
Já no desespero atravessaram a rua e pediram ajuda num hotelzinho, que não ajudou e o dono ainda indicou um banheiro, sem portas, de um bar de marmanjos para uma menina de 8 anos. Os três saíram batendo nas lanchonetes e restaurantes e todos recusaram. Mas alguém salvou a nossa pátria paraense, uma sorveteria abriu as portas para a menina que saiu do banheiro aliviada e, sentou numa cadeira com seus pais para apreciar os melhores sorvetes do mundo. No dia seguinte arrumaram as malas e sumiram de Salinas levando as “maravilhosas” lembranças na bagagem e, claro, potes e mais potes de isopor de sorvetes de bacuri, açaí, uxi e cupuaçu. Dizem que voltarão ano que vem pra viver tudo de novo. Você voltaria?
sábado, 18 de julho de 2009
BELÉM GANHA TERMÔMETROS EM TODOS OS BAIRROS
Bem legal a iniciativa (ainda não sei de quem foi) de espalhar termômetros pelas principais ruas de Belém. Assim a gente pode olhar e conferir a quantas anda a temperatura nesses dias quentes. Interessante perceber que a temperatura varia de um bairro pro outro. Onde tem mais árvores e mais refrescante e onde impera o asfalto bruto, o calor é insuportável, frita-se um ovo na calçada. Se você quiser encontrar esses termômetros faça como eu: durma e sonhe e você os encontrará nas ruas e avenidas da cidade que você merece ter...
FALTOU UMA LADY LAURA NA VIDA DO MICHAEL
- "Ei, tem dinheiro na casa? - Foi essa a primeira pergunta da mãe de Michael Jackson, depois que a morte do cantor foi confirmada. Que mãe, que pai, que família!! O criador do passo mágico flutuante para trás morreu aos 50 anos quando Roberto Carlos completou 50 anos de carreira. E assistindo a todo o movimento em torno do nosso Rei, do maravilhoso case de marketing das empresas envolvidas que culminou num belo e emocionante show ao vivo no Maracanã, dá pra entender o quanto a família foi fundamental no crescimento e manutenção de seu sucesso por tanto tempo.
Enquanto o rei do pop, ainda menino, era jogado na parede pelo pai quando errava uma dança ou música, dona Laura colocava Roberto no colo e dizia que amanhã ele iria se sair muito bem. Enquanto o louco pai do Michael o obrigava a treinar à exaustão, Lady Laura embalava o Roberto contando uma história bonita até ele dormir. E enquanto o nefasto velho Jackson dizia que Michael era ridículo, feio e burro, seu Robertino falava de anjos e horizontes, de fantasias e de um mundo sem traumas que o nosso Rei iria percorrer.É, não adianta nem tentar esquecer Michael Jackson porque aqueles que vão sobreviver de sua obra não vão deixar.
E o nosso Rei, por muito tempo ainda vai ouvir de sua família e de seus milhões de fãs em coro: Roberto, como é grande o meu amor por você.
Enquanto o rei do pop, ainda menino, era jogado na parede pelo pai quando errava uma dança ou música, dona Laura colocava Roberto no colo e dizia que amanhã ele iria se sair muito bem. Enquanto o louco pai do Michael o obrigava a treinar à exaustão, Lady Laura embalava o Roberto contando uma história bonita até ele dormir. E enquanto o nefasto velho Jackson dizia que Michael era ridículo, feio e burro, seu Robertino falava de anjos e horizontes, de fantasias e de um mundo sem traumas que o nosso Rei iria percorrer.É, não adianta nem tentar esquecer Michael Jackson porque aqueles que vão sobreviver de sua obra não vão deixar.
E o nosso Rei, por muito tempo ainda vai ouvir de sua família e de seus milhões de fãs em coro: Roberto, como é grande o meu amor por você.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O HOMEM SÓ PISOU NA LUA PORQUE SÃO JORGE EMPRESTOU O DRAGÃO PRO DJAVAN
O mundo científico e lunático está comemorando 40 anos da chegada do homem à lua. E, como nesse tempo todo, muita gente não acredita que isso tenha acontecido afirmando que as imagens foram produzidas num estúdio, a NASA agora quer porque quer provar que o homem esteve mesmo lá. Para isso está restaurando imagens originais, revirando fórmulas e segredos em baús mofados e até cogita mandar uma nova missão lunar nos próximos anos.
O que muita gente não sabe é que os astronautas só desceram na lua porque São Jorge emprestou o dragão pro Djavan dá um susto na sua amada, indecisa, se dava ou não...
O que muita gente não sabe é que os astronautas só desceram na lua porque São Jorge emprestou o dragão pro Djavan dá um susto na sua amada, indecisa, se dava ou não...
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